Na passada Sexta-Feira, a equipa do Projecto (In)Forma-te dinamizou, no Bar dos Marítimos do Corpo Santo, uma noite de cocktails sem álcool, no primeiro aniversário da gerência actual.
Os cocktails foram variados e preparados pelos elementos do Projecto, tendo obtido um sucesso assinalável, uma vez que foram pedidas várias dezenas de bebidas. As caipirinhas sem álcool foram as preferidas!
Importa referir que a equipa do Projecto beneficiou de uma acção de formação com um formador da Escola Profissional da Praia da Vitória e contou com o apoio dos formandos do Curso de Bar e Mesa, na elaboração de uma carta de cocktails sem álcool
O Projecto agradece ao Paulo Silva, gerente do bar pela disponibilidade e interesse, bem como à empresa Frutózé (na pessoa do senhor José Rainha), pela cedência de fruta, e à Escola Profissional da Praia da Vitória, pelo apoio prestado.
Investigadores americanos da Veterans Health Administration's Health Services Research and Development Service – organização que pesquisa temas de saúde relacionados a veteranos de guerras – desenvolveram um estudo que aponta uma relação entre o consumo da droga e a doença, anuncia o site BoaSaude.
Os investigadores analisaram dados de 5,3 milhões de veteranos, sendo que 90% deles eram homens.
A análise demonstrou que cerca de 83 mil pessoas que participaram do estudo (1,5%) tinham glaucoma. De entre esses indivíduos, os que já tinham consumido cocaína ou que ainda usavam a droga tinham chances 45% maiores de virem a sofrer de glaucoma primário de ângulo aberto. No ano de 2009, 178 mil pacientes recebidos na clinica da organização usavam a droga. Outro resultado encontrado pelo estudo é que pessoas que sofriam de glaucoma e que tinham um histórico de uso de drogas ilícitas eram aproximadamente 20 anos mais jovens do que pacientes que nunca tinham usado essas substâncias. Os resultados das análises feitas pelos investigadores apontam que outras drogas que podem estar associadas ao surgimento do glaucoma são a maconha e anfetaminas, mas em uma escala menor do que a cocaína.
“A associação do uso de drogas ilícitas e o glaucoma primário de ângulo aberto requer mais estudo, mas se o relacionamento for confirmado, essa compreensão poderia levar a novas estratégias de prevenção de perda de visão”, explica o pesquisador Dustin French. Esse tipo de glaucoma é o mais comum nos Estados Unidos e é a segunda causa mais comum de cegueira no país.
O estudo foi publicado na edição de Setembro do periódico Journal of Glaucoma.
